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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Erro com amor


Havia tempo que pessoas diziam para eu não te conhecer. Desobediente, persisti em sua procura, sem ao menos saber que era você meu alvo. Passei por muitos, desde terríveis enganos até príncipes quase perfeitos. Fora dois amores platônicos, tudo pura internet. Inclusive você.

Foi quando eu menos esperava e quando pensava em apenas dizer um "Oi", é que meu coração tropeçou. Bateu, bateu tanto que pareceu querer sair só para te abraçar. Em consequência, corei sem ao menos te ver, suei frio sem mesmo piscar direito e tremi mesmo sentindo um calor tremendo de repente. Pouco depois, assumimos o amor e ficamos juntos por nem sei mais quanto tempo. Falávamos pouco - tão jovem e já tão ocupado... - mas ao fazê-lo, bastava. Cheguei a trazer mudez aos meus dedos frios por dois meses, inclusive a escrever seu nome junto ao meu em um caderno. Rabisquei-o quase que na mesma hora, entretanto não pense que gostava de privar-me de você. O problema era que meus pais não sabiam.

Foi depois de um tempo que isso começou a me perturbar. Atingiu um ponto, inclusive, que não fui capaz de sustentar aquele romance. Terminei depois de tentativas anteriores para fazer do jeito que eu achava que deveria. Acabei com os planos e promessas de uma maneira rápida, porém tomando muito cuidado, tanto que pensava se aquilo era o suficiente para criar uma almofada bem macia para aconchegar seu coração. Expliquei-me, desculpei-me... E busquei te esquecer. O fiz até pouco tempo, mesmo que, no início, tivesse uma leve dificuldade para esvair-te de minha mente.

Agora choro todas as lágrimas que não deixem anteriormente.

Não queria, mas...

Eu continuo te amando. E muito.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Decadente

Vejo os outros
Comemorando felizes
Pelo que fizeram
De tão bom.

Vejo acreditando
Em um futuro
Mas agora eu
Não tenho mais isso

Só queria ter tudo de volta

É só isso!
Minha antiga vida de volta
Só o talento.
É só isso!
Nada mais, só os meus talentos
Cadê o lápis?
É só isso!

Acredito que agora
Todos devem ver
Como sou decadente
Em autoconfiança

Ou talvez pensem
Como sou invejosa
Yeah, eu admito isso
Mas...

É só isso!
Minha antiga vida de volta

Só o talento.
É só isso!
Nada mais, só os meus talentos
Cadê o lápis?
É só isso!

Só quero que eles voltem
Para me ajudar...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Unicamente "Até logo"

Da esquerda para a direita: a "Happy Ever", a CDF, a esportista e a companheira amalucada.

Rapaz, nem sei como dar início a este post. É tanta coisa boa para contar (acomulada graças a uma mente preguiçosa)...

Em primeiro lugar, tenho a satisfação de anunciar que sim, eu passei para o 1º ano do Ensino Médio. Graças a esforços, paciência e dedicação [não apenas minhas], estou abanando o lencinho para o Ensino Fundamental, sempre com um friozinho na barriga ao lembrar que a formatura é amanhã. Consequentemente, lembranças e nada além disso vêm à minha mente em um turbilhão de cada vez. Um aperto no coração ao relembrar dos amigos que não verei, um sorriso triste e carinhoso diante dos bons momentos e... ora essa... um sentimento qualquer ao recordar os momentos mais sérios e decisivos entre nós. As vitórias... derrotas...

Ha. Eis um papo puramente adolescente. Nostalgia, nostalgia, nostalgia. Se não mudamos nunca? Talvez. Mas acho que só uma pessoa de coração duro não sentiu saudade de algo ou de alguém. É resultado do amor, simplesmente. Tanto amor de amigo, de família ou o que tem um temperinho a mais.

Para cada professor, digo muitíssimo obrigada. Sempre me respeitaram e, independente disso, eu os amo de todo o coração. Admiro a coragem, determinação e capacidade, além das boas intenções e preocupação conosco, estudantes.

Para cada colega que me respeita de verdade, tenhamos afinidade ou não, digo "Eu te amo" de igual maneira. Afinal, respeito é resultado de carinho e não de medo - algo que muitos [e em determinadas horas eu também] devemos aprender.

No fundo, por trás desta minha camada superficialmente inabalável, admito ter vontade de chorar agora. Meu coração parece estar derretendo aos pouquinhos. É neste momento que me lembro de um verso da música The Call, da Regina Spektor:

Eu voltarei quando você me chamar,
Não há porquê se despedir.

Dedico-o à minha melhor amiga, aos outros dois melhores da sala e ao ligeiramente irritante, além da futebolista (esses dois últimos talvez saíam). Também vale para todos os professores que não me derão mais aulas e para cada coração que ler este texto, meu conhecido ou não. Afinal, quem nunca sentiu-se "incomodado" com uma despedida?

Sunshine espera poder ver seus amigos de vez em sempre e que amanhã dê tudo certo na hora de cantar e discursar.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Meu querido blog chato


Hoje perdi um seguidor. Pode ter sido só um, mas todo blogueiro que ler isto entende o quanto cada seguidor significa. Não precisei pensar muito para chegar a terrível conclusão de que, provavelmente, ele notou um declínio na qualidade do A. A. e resolveu dar no pé. Não vale mais a pena.

Imagino como essa mesma ideia espalhou-se por diversos usuários que me acompanham. Admito, ainda, que não é atoa. O tempo entre uma postagem e outra for crescendo... os assuntos, diminuindo.... Não ficaria lá muito surpresa se, de uma hora para outra, voltasse a ter somente três na minha cola. Culpa minha e de meu cérebro velho...

Estava afogando-o em outras coisas, iludindo-me com a imagem de ele estar cada vez mais sadio. Há pouco tempo, desfiz esse devaneio e a partir venho correndo atrás do prejuízo. Letra após letra, palavra após palavra, técnica após técnica. Evidentemente prossigo neste pleito, cada vez com mais vontade de chorar. Preciso de simplesmente uma ajuda. Bruscamente acho-me desorientada entre uma mente confusa e palavras insuficientes, afogando as que julgo inapropriadas para a ocasião. Vejo alguns indivíduos no auge de uma carreira que antes eu também tinha e que agora a manuseio de forma primária. Certo, ora ou outra sofro uma recaída de artista, mas é só um momento. Uma mera sensação.

Resumindo tudo isso, eis uma frase que postei meses atrás:

Me ame quando menos mereço, pois é quando eu mais preciso.

Beijos a todos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Recado para os hormônios:

Só tenho duas palavras para eles:

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Quando eu disser que te amo...


... não ignore, não vire as costas, não tape seus ouvidos cantando alto. Dê-me atenção, consideração e mesmo que não goste, fale comigo cuidadosamente. Mantenha a calma, pois a única coisa de que preciso é de amor.

Não passo de uma vilã que precisa de amor.

Diga que pode me dar. Você pode?

As paredes chegam cada vez mais perto de mim, diminuindo meu espaço e clareando as lembranças do que não fiz. O chocolate aumenta em meu sangue, que continua a correr no mesmo corpo magrelo e branco de sempre. Lágrimas não param de escorrer, sinceras. O baú que mantinha fechado acaba vazando no embalo de música e imagens.

Não passo de uma vilã que precisa de amor. Só.

Você pode me dar? Diga que pode, por favor.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Só isso


O que mais perturba o meu ser...



... são as perguntas...



... que faço à mim mesma...


... sobre perdão.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Desabafo idiota


 
Admito que, vendo os blogs das minhas amigas, além do jeito delas e de quem amo, chego a me sentir um resto. Um mero "mais um" na multidão de comuns e/ou fracassados. E eu não gosto de ser comum, nem um pouco. Sinto-me desvalorizada, acabada, arrasada, tristonha... em pontos extremos um lixo. Penso que eu deveria ser mais colorida, ter mais criatividade, ter mais assunto bom, não ter falada enrolada dos ruim, ser bem, mas bem melhor do que eu sou agora. Uma garota simpática, bonita e inteligente - tais como algumas que eu conheço. Fico chateada por ter ombros largos demais, pernas finas/tortas e ser magricela, além de ter cravos e sardas na cara (sem mencionar o excesso de pintas marrons claras no braço esquerdo). Que eu deveria participar da aula direito, não decepcionar meu professor de Educação Física por ser um fracasso em todos os esportes que ele passa, tocar violão super melhor, não tremer em frente ao público (mesmo que de duas ou três pessoas), ser habilidosa em mais coisas e ter um gosto melhor para roupas sem ser vaidosa demais. Não sou nada. Não passo de uma menina que finge ser feliz e contente, mas que não passa de uma menininha sedenta por amor e carinho das pessoas que ela mais ama.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Vou confessar que...


... no fundo, é, sonho com um príncipe encantado. No fundo, sonho em encontrar o "amor da minha vida". No fundo, já imaginei como ele será. (Sim, presente!)

Admito que desenho mangá com uma trama romântica para filme que há tempos eu criei, com título, número 2 (Ex.: Se eu fosse você 2) e tudo! Gosto de música romântica sim, mas não gosto de admitir publicamente e ainda esfolo quem disser isso em voz alta! Tenho uma capa que pretendo e quero manter. Por quê? Foi uma imagem que sustentei tempo demais para desmanchar agora (além de eu querer que ela fique, como disse antes).

Por que eu disse isso? Por estar ouvindo "Tem que ser você", da dupla brasileira Vítor e Léo. Além do quê... é a verdade.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Para quê um título? É por ele que as pessoas fogem



Droga, não consigo satisfazer as pessoas
Que consegui amar

Não gostam de textos melancólicos
Mas uma mentira animada, não passa de nada

Meus textos já não expressam o que quero
Meus desenhos são a alma que não quero mostrar
O repetitivo me faz passar mal...

Minhas palavras escritas estão mais mortas do que deveriam.
Tenho vergonha de mostrar minha felicidade em traços
Nunca estão bons o suficiente...

Quero ser reconhecida
Ser alguém que fará falta
Mas não alcanço meus desejos...

Quero ter um nome
Que todos sorriam ao pronunciar
Mas não dá...

Não sou egoísta
Para de pensar mal de mim!

Estou desesperada por uma luz
Vinda de quem está ao meu redor

Vinda, veja só
Das pessoas com que me importa

Por que não consigo o carinho
E afeto que dou...
Aos outros?...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Passa! Passa logo!

Sim, sim. Desta vez, vai ser um post típico de uma adolescente com o grupo de amigos.

Nada de polêmicas.

Nada de textos depressivos demais.

No entanto, não posso garantir que seja light. Assunto ligeiramente espinhoso, na realidade.

Provas Bimestrais. Como uma semana de provas pode demorar tanto para passar?! Tão próxima das férias, ao mesmo tempo que tão distante...! Sem contar um bendito trabalho de Ciências para essa sexta ¬¬" Na semana de provas?? Pelo amor! (Nota: eu-detesto-Ciências!!)

Blogueiros queridos do meu coração, já vou avisando: se isso não acabar logo, eu vou endoidar de vez! Posso amar a minha escola, mas isso não signifique que ame os exames, né? Em pensar que tem gente que já terminou tudo que devia. Hunf! Sortudos...

Sem contar o jogo meio fraco do Brasil contra a Coréia do Sul de hoje, mas isso é outro assunto.

Mal vejo a hora desse sufoco passar e chegar as férias! Livre, leve e solta, como estou querendo! =D

quinta-feira, 3 de junho de 2010


Medo...
Ansiedade...

Ajuda...


____________________

"Só vejo lamentos do que não fiz"
Doce Novembro - Marjorie Estiano

terça-feira, 20 de abril de 2010


Estava perturbada. Sentimentos maus me corroendo dia apos dia. Não tenho como postar aqui. Afinal não se deve escrever qualquer coisa na internet. Não aceito a ajuda de ninguém, pois teimei que eu, e exclusivamente eu devia resolver o que tinha que resolver. Solucionar meus problemas sozinha. No entanto, ao mesmo tempo, precisava desesperadamente contar 'a alguem. Minhas amigas, não. Meus pais, tampouco. Tudo estava piorando, gritando, machucando, aos prantos.


Estava morrendo de ciúmes e tudo era culpa sua! Sua! Que droga, nem escrever descentemente consigo! Droga, droga, droga! Tenho vontade de gritar, mas não posso. Simplesmente, não me permitem. Estou acorrentada 'a uma tortura, a qual só machuca mais e mais... Não suporto nada além!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Identifiquem-se!




  • Tenho a capacidade de ser áspera e firme, mas também posso ser doce e coração-de-manteiga;
  • Até agora, consegui guardar rancor cerdadeiro e duradouro de um único ser humano;
  • Gosto das pessoas por suas características psicológicas e não físicas;
  • Queria ter amizade com a minha sala inteira;
  • Odeio seguir modas, tendências e etc.;
  • Não suporto cópias;
  • Odeiam que me acusem de algo que não fiz/pensei/faria/diria/pensaria;
  • Ao contrário da maioria dos adolcentes, não quero nenhum relacionamento amoroso, seja ficar, namorar ou qualquer outra coisa;
  • Ora estou impassível, ora sensível;
  • Sou muito frágil a respeito de família e amizade;
  • Sou viciada em música;
  • Guardo montes de coisas para mim, faço o choro morrer, faço vozes e gritos sufocarem e espremo tudo isto dentro de meu peito junto com as demais emoções que acorrento forte;
  • Quase morri recentemente por não conseguir respirar, graças otópico anteiror, no meio da minha aula favorita: Português... Sem exagero nenhum, me senti a alguns fios de apagar.
  • Contei isso para uma única pessoa e agora aqui. Já é um avanço de minha parte.

sábado, 27 de março de 2010

Basta de fantasia



Não me venha com a ideia
De um mundo perfeito
Completamente fantasiado
Que sabemos que jamais se tornará real

Não me venha com Alice no País das Maravilhas,
Para Sempre Cinderela ou com Branca de Neve
Não quero devaneios, não quero ilusões
Fiquem longe de mim!

Longe de mim com suas mentiras,
Com suas ideias loucas e príncipes encantados
Cansei de sonhos doces demais
Venha-me com algo que possa se tornar real!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Infeliz dejá vu


Eu queria só ser sua amiga...





Mas, comigo, você só briga...





E veja bem, não consigo guardar rancor...





Mas eu não gosto de sofrer...





Tentei acabar com a amizade...





Mas não obtive sucesso...





E tudo só se repete...

terça-feira, 9 de março de 2010

Razao da ausencia de uma Sunshine...

Há pouco tempo achava-me no mais profundo buraco. Morrendo de ciúmes de uma pessoa a qual, desde que conhecera, dera valor. Ah, mas que raiva dava ao ver aqueles que falavam mal, elogiando-a cheios da inocência. Que raiva dava quando percebia que ficávamos mais distantes. Ah, que raiva de mim, por não conseguir fitar esta pessoa nos olhos por mais de três segundos!

Foi estranho como um feriado pôde melhorar tudo. Não. Que feriado o quê! Foi a oração. Pedi uma oportunidade e Ele me deu. :) Foi um grande dia hoje. Só por reparar a minha amizade, valeu por centenas de medalhas ou notas dez em provas. Ai, ai...

Inicio de uma postagem que deveria ter postado ontem. Nao preciso dizer mais nada, porque, com dois simples paragrafos, disse tudo o que deveria. Alias, acrescentaria uma unica coisa: que isso venha a durar por muitissimo tempo...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Entre livros e bonecas

Adoro livros. Recentemente passei a adorar bonecas.

Desde pequena me interessei por livros. Desde que assisti Rozen Maiden passei a me interessar por bonecas.

Desde pequena pensava em livros. Hoje, penso neles... e em bonecas.

Obsessão? Não... digamos que, apenas, a compensação de uma infância, talvez vendo agora, vivida incompleta.

Sempre vi a fase em questão como satisfeita. Porem, essa atração por porcelana bem moldada, pintada e vestida requintadamente, põe a prova a questão sobre uma pitada de algo gostoso, perdido na hora em que deveria ser jogado sobre minha pessoa. Vendo agora, parece que resolveram temperar-me com ele agora. Continuo lendo, sim, continuo. Tanto que comprei um hoje e parei no capitulo cinco a um tempinho atrás. Na companhia da minha mais nova boneca. Matilda. Foi minha mãe que a nomeou. Boneca alemã que já foi dela e que deu-me de presente.

Vi pessoas adultas que gostam demais de bonecas também, no entanto, quem me garante que não tiveram uma fase vital perdida?

Agora, o que martela minha cabeça:

Seria este amor por bonecas (de época, de coleção, detalhe) uma maneira de recompor uma parte da infância que perdi, e sequer percebi?

Ou será apenas a influencia de um programa de T. V.?

E mais: vale a pena me preocupar com isto? Devo forçar esse desejo a me abandonar, vivendo minha vida de treze anos, ou deixá-lo presente ate passar naturalmente?

Minha mãe disse-me ontem a noite que era melhor agora do que mais tarde.

O corpo docente de meu colégio disse que já temos capacidade de pensar como adultos.

O que faço agora? Quero brinquedos, quero livros. Estou equilibrada na balança da idade e mentalidade? Sinceramente, creio que sim. Mas o que vocês acham? E' verdade afinal, ou uma fantasia, devaneio que, ao desmanchar-se, revelara' uma realidade pavorosa?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

I don't wanna a romance

Ao contrário da maioria dos adolescentes, não sonho com o primeiro beijo. Não quero o primeiro buquê ou caixas de chocolate em coração. Não espero a declaração de amor verdadeiro, tampouco desejo tê-lo. Não quer ter o coração explodindo dentro de mim, tampouco devaneios. Dispenso. Não quero alguém do meu lado, ao menos não em forma de namorado, ficante ou seja lá o que mais. Resumindo:

Não quero nenhum relacionamento amoroso.

Tornar-me dependente de alguém, da descoberta do princípe encantado. Sofrer por falta de abraço ou uma discussão, por vezes nem tão grave. E daí que tem seus pontos positivos? Seja lá qual forem eles, não quero saber. Juntamente, cada coisa boa traz o dobro de problemas.

Se dois apaixonados ficam longe por muito tempo, ao menos um chora. Se rompem, ao menos um entra em choque e sofrem mais tarde. E principalmente se o(a) infeliz é galinha, ao menos um sofre porque pegou quem pensava que o amava com outro(a).

A única pessoa da qual devemos depender, na minha humilde opinião, é Deus e ponto final!

Vários podem prorromper em protestos por conta de minhas palavras, porém apenas saibam que,não sei o que fazer caso o verdadeiro amor chegar.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Bom/Mau é o primeiro lugar.

Hoje, agorinha a pouco, descobri que fiquei em primeiro lugar na 27ª edição do projeto Once Upon a Time. Fiquei muito contente, tenho que admitir. Não esperar ficar nesta colocação, porque, ora, é minha primeira participação.

Meu queixo caiu e junto veio um grande sorriso. Não posso reclamar, eu gostei! Mas, pouco depois, veio-me, também, a reflexão...

Ficar em primeiro lugar em algum projeto, concurso ou não sei mais o quê é uma sensação gostosa. Nos sentimos recompensados pelo que fizemos e tudo mais, mas... como tudo nesta vida, pode acontecer de descobrirmos o lado ruim de ser o(a) primeiro(a) colocado(a) em alguma coisa.

Lembro-me que, quando fui a primeira da minha classe cristã, todo mundo da sala botou a responsibilidade em cima de mim, inclusive os professores (tem dois), na mini-gincana entre mais duas salas. Resultado: perdemos em uma derrota esmagadora. Fiquei extremamente entristecida comigo mesma por mais de uma semana, sentindo-me culpada pra caramba. Mas que droga, eu só fiz a porcaria da revista de lições! pensava. Depois disso, decidi que não seria mais primeira da classe. Nunca mais. Fui ferida por mim mesma e ainda decepcionara um monte de gente, que contava muito comigo. Deu uma vontade tremenda de chorar! Eu ODEIO decepcionar as pessoas, principalmente aquelas em que sou mais chegada. Meus amigos... meus professores... minha família... É MEU MAIOR MEDO NA VIDA!

Não estou dizendo que, só porque aconteceu comigo, irá acontecer com qualquer um de vocês, porém isto serve como um aviso, afinal... para tudo na vida, precisamos ir de coração e espírito preparado... pois nunca se sabe o que irá acontecer.