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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Meu querido blog chato


Hoje perdi um seguidor. Pode ter sido só um, mas todo blogueiro que ler isto entende o quanto cada seguidor significa. Não precisei pensar muito para chegar a terrível conclusão de que, provavelmente, ele notou um declínio na qualidade do A. A. e resolveu dar no pé. Não vale mais a pena.

Imagino como essa mesma ideia espalhou-se por diversos usuários que me acompanham. Admito, ainda, que não é atoa. O tempo entre uma postagem e outra for crescendo... os assuntos, diminuindo.... Não ficaria lá muito surpresa se, de uma hora para outra, voltasse a ter somente três na minha cola. Culpa minha e de meu cérebro velho...

Estava afogando-o em outras coisas, iludindo-me com a imagem de ele estar cada vez mais sadio. Há pouco tempo, desfiz esse devaneio e a partir venho correndo atrás do prejuízo. Letra após letra, palavra após palavra, técnica após técnica. Evidentemente prossigo neste pleito, cada vez com mais vontade de chorar. Preciso de simplesmente uma ajuda. Bruscamente acho-me desorientada entre uma mente confusa e palavras insuficientes, afogando as que julgo inapropriadas para a ocasião. Vejo alguns indivíduos no auge de uma carreira que antes eu também tinha e que agora a manuseio de forma primária. Certo, ora ou outra sofro uma recaída de artista, mas é só um momento. Uma mera sensação.

Resumindo tudo isso, eis uma frase que postei meses atrás:

Me ame quando menos mereço, pois é quando eu mais preciso.

Beijos a todos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Desabafo idiota


 
Admito que, vendo os blogs das minhas amigas, além do jeito delas e de quem amo, chego a me sentir um resto. Um mero "mais um" na multidão de comuns e/ou fracassados. E eu não gosto de ser comum, nem um pouco. Sinto-me desvalorizada, acabada, arrasada, tristonha... em pontos extremos um lixo. Penso que eu deveria ser mais colorida, ter mais criatividade, ter mais assunto bom, não ter falada enrolada dos ruim, ser bem, mas bem melhor do que eu sou agora. Uma garota simpática, bonita e inteligente - tais como algumas que eu conheço. Fico chateada por ter ombros largos demais, pernas finas/tortas e ser magricela, além de ter cravos e sardas na cara (sem mencionar o excesso de pintas marrons claras no braço esquerdo). Que eu deveria participar da aula direito, não decepcionar meu professor de Educação Física por ser um fracasso em todos os esportes que ele passa, tocar violão super melhor, não tremer em frente ao público (mesmo que de duas ou três pessoas), ser habilidosa em mais coisas e ter um gosto melhor para roupas sem ser vaidosa demais. Não sou nada. Não passo de uma menina que finge ser feliz e contente, mas que não passa de uma menininha sedenta por amor e carinho das pessoas que ela mais ama.

sábado, 4 de setembro de 2010

Simples assim


Preciso de um psicólogo. Preciso mesmo de um psicólogo.

Na quinta-feira agora (02/09), chorei aos montes porque, no auditório da escola, senti-me fortemente na mesma escola. A mesma sensação aterradora dominou cada parte de mim. Saí para beber água, mas de nada adiantou. Vi-me andando nos corredores da outra! Só sosseguei quando tive uma longa conversa com a vice-diretora (que é formada em psicologia também).

Um dia depois (03/09), na terceira aula, fiquei ardendo de ódio de um aluno. Ódio de verdade! Depois que o ataque passou e um monte de papel picado estava espalhado na e ao redor da minha carteira, fiquei como a segunda fase do GIF do começo. Sorridente, com os olhos arregalados e soltando risadinhas maníacas quase sempre - além de ter pensamentos homicidas para cima do cara que me tirara do sério. Fiquei assim a quarta aula e o recreio. Ao chegar as aulas de Ciências (duas), deu um sono terrível. Sentia-me oca e preguiçosa. Quando cheguei em casa, passei toda a tarde com impaciência e raiva extrema.

Detalhe: ninguém da minha família sabe do dia 02 e mega uber superficialmente o ocorrido do dia 03.

Preciso de um psicólogo. Preciso mesmo de um psicólogo.

Ajuda-me?...

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Para quê um título? É por ele que as pessoas fogem



Droga, não consigo satisfazer as pessoas
Que consegui amar

Não gostam de textos melancólicos
Mas uma mentira animada, não passa de nada

Meus textos já não expressam o que quero
Meus desenhos são a alma que não quero mostrar
O repetitivo me faz passar mal...

Minhas palavras escritas estão mais mortas do que deveriam.
Tenho vergonha de mostrar minha felicidade em traços
Nunca estão bons o suficiente...

Quero ser reconhecida
Ser alguém que fará falta
Mas não alcanço meus desejos...

Quero ter um nome
Que todos sorriam ao pronunciar
Mas não dá...

Não sou egoísta
Para de pensar mal de mim!

Estou desesperada por uma luz
Vinda de quem está ao meu redor

Vinda, veja só
Das pessoas com que me importa

Por que não consigo o carinho
E afeto que dou...
Aos outros?...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O "sou" e o "devo"

O que devo ser?
Alguém carismática, simpática, correta, feliz, bonita e sempre com um sorriso no rosto.

O que eu sou?
Uma garota que, claramente, está tendo uma crise de identidade.

~*~

Não me parece que vivemos em um país livre de verdade. Tampouco em um mundo livre. Não apenas pela existência de países dependentes dos outros. Simplesmente porque os famosos outros querem controlar até o que sentimos. O que somos.

Não podemos nos vestir como uma Luna Lovegood (Harry Potter), porque os outros criticam e olham torto. Detalhe: pouco se lixando se estamos ou não nos sentindo bem. (Aviso: não apoio decote, cuecas de fora nem coisas afim. Se nossas roupas não tem nada disso, por quê marcação, raios?)

Não podemos não gostar de uma banda super popular que todos já arregalam os olhos. Exemplo: Como assim não gosta dos Beatles?!

Não podemos chorar, porque devemos estar felizes e satisfeitos com a vida.

Agora, lhe pergunto uma coisa:

Está tudo bem para os outros, mas e nós?

Então lhe respondo:

Estamos acorrentados à eles.

Tenha coragem. Seja feliz. Não siga o que não está em seus princípios. Respeite. Tenha juízo. Mas seja você. É capaz disto acontecer? É sim. No entanto, guardem as pedras. Não tem nada de mal você gostar da mesma coisa que outros tantos.

Simples assim.

quarta-feira, 5 de maio de 2010



... E ainda que me fazendo sofrer

Obrigando-me decidir que irei te esquecer

Dou ao persistente capricho

De ainda lhe querer...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Identifiquem-se!




  • Tenho a capacidade de ser áspera e firme, mas também posso ser doce e coração-de-manteiga;
  • Até agora, consegui guardar rancor cerdadeiro e duradouro de um único ser humano;
  • Gosto das pessoas por suas características psicológicas e não físicas;
  • Queria ter amizade com a minha sala inteira;
  • Odeio seguir modas, tendências e etc.;
  • Não suporto cópias;
  • Odeiam que me acusem de algo que não fiz/pensei/faria/diria/pensaria;
  • Ao contrário da maioria dos adolcentes, não quero nenhum relacionamento amoroso, seja ficar, namorar ou qualquer outra coisa;
  • Ora estou impassível, ora sensível;
  • Sou muito frágil a respeito de família e amizade;
  • Sou viciada em música;
  • Guardo montes de coisas para mim, faço o choro morrer, faço vozes e gritos sufocarem e espremo tudo isto dentro de meu peito junto com as demais emoções que acorrento forte;
  • Quase morri recentemente por não conseguir respirar, graças otópico anteiror, no meio da minha aula favorita: Português... Sem exagero nenhum, me senti a alguns fios de apagar.
  • Contei isso para uma única pessoa e agora aqui. Já é um avanço de minha parte.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Infeliz dejá vu


Eu queria só ser sua amiga...





Mas, comigo, você só briga...





E veja bem, não consigo guardar rancor...





Mas eu não gosto de sofrer...





Tentei acabar com a amizade...





Mas não obtive sucesso...





E tudo só se repete...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Entre livros e bonecas

Adoro livros. Recentemente passei a adorar bonecas.

Desde pequena me interessei por livros. Desde que assisti Rozen Maiden passei a me interessar por bonecas.

Desde pequena pensava em livros. Hoje, penso neles... e em bonecas.

Obsessão? Não... digamos que, apenas, a compensação de uma infância, talvez vendo agora, vivida incompleta.

Sempre vi a fase em questão como satisfeita. Porem, essa atração por porcelana bem moldada, pintada e vestida requintadamente, põe a prova a questão sobre uma pitada de algo gostoso, perdido na hora em que deveria ser jogado sobre minha pessoa. Vendo agora, parece que resolveram temperar-me com ele agora. Continuo lendo, sim, continuo. Tanto que comprei um hoje e parei no capitulo cinco a um tempinho atrás. Na companhia da minha mais nova boneca. Matilda. Foi minha mãe que a nomeou. Boneca alemã que já foi dela e que deu-me de presente.

Vi pessoas adultas que gostam demais de bonecas também, no entanto, quem me garante que não tiveram uma fase vital perdida?

Agora, o que martela minha cabeça:

Seria este amor por bonecas (de época, de coleção, detalhe) uma maneira de recompor uma parte da infância que perdi, e sequer percebi?

Ou será apenas a influencia de um programa de T. V.?

E mais: vale a pena me preocupar com isto? Devo forçar esse desejo a me abandonar, vivendo minha vida de treze anos, ou deixá-lo presente ate passar naturalmente?

Minha mãe disse-me ontem a noite que era melhor agora do que mais tarde.

O corpo docente de meu colégio disse que já temos capacidade de pensar como adultos.

O que faço agora? Quero brinquedos, quero livros. Estou equilibrada na balança da idade e mentalidade? Sinceramente, creio que sim. Mas o que vocês acham? E' verdade afinal, ou uma fantasia, devaneio que, ao desmanchar-se, revelara' uma realidade pavorosa?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

I don't wanna a romance

Ao contrário da maioria dos adolescentes, não sonho com o primeiro beijo. Não quero o primeiro buquê ou caixas de chocolate em coração. Não espero a declaração de amor verdadeiro, tampouco desejo tê-lo. Não quer ter o coração explodindo dentro de mim, tampouco devaneios. Dispenso. Não quero alguém do meu lado, ao menos não em forma de namorado, ficante ou seja lá o que mais. Resumindo:

Não quero nenhum relacionamento amoroso.

Tornar-me dependente de alguém, da descoberta do princípe encantado. Sofrer por falta de abraço ou uma discussão, por vezes nem tão grave. E daí que tem seus pontos positivos? Seja lá qual forem eles, não quero saber. Juntamente, cada coisa boa traz o dobro de problemas.

Se dois apaixonados ficam longe por muito tempo, ao menos um chora. Se rompem, ao menos um entra em choque e sofrem mais tarde. E principalmente se o(a) infeliz é galinha, ao menos um sofre porque pegou quem pensava que o amava com outro(a).

A única pessoa da qual devemos depender, na minha humilde opinião, é Deus e ponto final!

Vários podem prorromper em protestos por conta de minhas palavras, porém apenas saibam que,não sei o que fazer caso o verdadeiro amor chegar.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Valor do código: Amizade



Sabe o diamante? Aquela barra de ouro e o colar de prata? O petróleo? As pérolas, safiras e esmeraldas? Sem contar os rubis, os quartzos e o restante das pedras preciosas?


Compare tudo isso com a amizade. Juntos, não cobrem nem a metade do valor dela.


Ora, relato a verdadeira amizade, não a falsa. Não defendo a mentira, a falsidade, as cobras mascaradas. Defendo a verdadeira união, onde não se encontram palavras vazias, abandono... esquecimento.


É onde se encontram o apoio, o respeito, a compreensão e a confiança. Onde a mentira não reina, mas sim a sinceridade. Uma sinceridade que não é confundida com maldade. Onde ninguém xinga o outro dizendo: "Ué, só estou sendo sincero(a)".


Poupe-me do vulgar. Pois tenho amigas e amigos, dos quais jamais esquecerei. Pelos quais me importo. Pelos quais ataco em defesas e, no extremo, até bato. Ninguém tem o direito de xingar os amigos de outra pessoa, tampouco os seus próprios. Aquele mero cochicho já é um lixo, uma imundice que aumentar se não nos controlarmos.


Poupe-me, vá. Afinal, mesmo que meus amigos e amigas estejam longe, em algum lugar onde não possa vê-los, nunca os abandonarei. Além de defendê-los em sua ausência, sempre estaremos unidos. Juntos, rindo, conversando, ficando malucos com as histórias e piadas, de mãos dadas... no coração. Um lugar que já estamos cansados de ouvir falar.


Alguns pensam que dessa forma, nada adianta. Afinal não podemos tocá-los, não podemos ouví-los. Tolos que diz isso. Pensando dessa forma, é óbvio que não poderá encontrá-los. Confie em si mesmo, confie neles, confie no que você carrega no peito, confie... apenas confie e os encontrará...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Liga-se no assunto: Tempo... Bom ou mal?

"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará."


O tempo - Mário Quintana


Certamente, o tempo e' algo muito misterioso, e por vezes, perigoso. Também e' incrível como algo que sequer podemos ver, pode nos escravizar de maneira tão terrena, controlando o nosso despertar, agir, estudar, trabalhar, alimentar e repousar. Ale'm, e' claro de varias outras coisas... Mas enfim, como poderíamos definir esse "ser" tão misterioso? Bom ou mal?

Liga-se no assunto! E' como em um jogo, onde o maior adversário e' o tempo. Dependendo da escolha de suas cartas, pode traze-lo tanto ao seu favor quanto contra. E' algo cauteloso, onde deve-se decidir com cuidado para conseguir alcançar a tão sonhada vitoria. Seja ela profissionalmente, socialmente, psicologicamente ou qualquer outra.

O tempo, tão poderoso tempo, pode ser tão bom... Pode ser dono do encontro, da apresentação, da realização, do retorno caloroso. Também pode ser chefe da conquista, das descobertas de novos amigos, do dono de seu coração, quem sabe? Dominador do momento mais querido, do sorriso mais caloroso, das riscadas, da coragem, da amizade para sempre. Senhor da nota dez, da promoção, da luta vencida, da doença curada, ou simplesmente daquela hora de chuva, onde você dança sentindo seu corpo molhar, talvez ate' quando chegasse ao topo da maior montanha e levantasse os braços diante da imensidão.

No entanto, faca uma coisa, qualquer coisa, por menor que seja, mas que for errada, e o tempo imediatamente vira seu pior inimigo. Jogue a carta incorreta, deixe dar um sorriso malicioso e lhe obrigar a cair em declínio. Pode durar um minuto, mas também pode durar um ano. A vida inteira se não tomar cuidado. O pior e mais desagradável peso fica em seu peito, mente e que por vezes não quer sair. "Fez a escolha errada, arque com as consequencias..." ele sussurraria malvadamente, enquanto você sofre, morre de dor por algo ou por alguém. Quer voltar atrás, mas as vezes você foi tão ingénuo(a), que já e' tarde demais...

Porem, lembre-se: apenas e' tarde demais, no leito da morte. Corra atras do tempo perdido, mas tenha cuidado com ele. Seja cauteloso, 'tudo não se demore. Diga o que tens que dizer, faca o que tens que fazer. Não perca mais nenhum minuto, não arrisque. Vá com cuidado, porem vá. Não deixe se atrasar mais!

Um conselho de uma menina branquela, magra, excêntrica, mas que entende muito bem desse tipo de coisa. Disso podem ter certeza...

domingo, 27 de setembro de 2009

Liga-se no assunto!

"Afogue suas mágoas em suas próprias mentiras"
"Quando olho no seu olho, vejo apenas falsidade, embrulhada para presente"
Nx Zero - Inimigo Invisível


Falsidade

Criada pelo ser humano, e pelo mesmo, detestada. Falsas intenções. Falsos sentimentos. Falsas palavras. Tudo que é falso pode ser resumido nestes três itens. Já sendo alvo de uma naja, sei muito bem o que é uma amarga falsidade.

Liga-se no assunto! Falsidade é uma das piores, e em alguns casos, cruéis coisas existentes no mundo. Quebra amizades, arrasa vidas, corta corações, faz qualquer um cair em depressão até achar uma solução, o que pode demorar séculos. Principalmente se você for encontrar consolo pelo caminho errado.

Drogas, vícios, pírulas e etc. são ilusões que só desmancham quando você já está a beira do fim em uma cama de hospital ou sendo expulso(a) de casa. Nada disso cura realmente a ferida deixada pela amarga falsidade.

Uma cobra já foi falsa tanto comigo como com minhas amigas: tentou arrancar uma das outras. Mais resumidamente, tentou tirar minha melhor amiga de mim!! E eu, muito bobinha na época, fiquei lá sofrendo, vendo a Liliana (A amiga) nas garras daquela garota.

Porém, contudo, entretanto, todavia, eu orei, minha gente. Orei, orei e orei para Deus devolver-me minha amiga. Dias depois, não me lembro mais quantos, a felicidade e a luz retornaram com força máxima! Ela tinha desgrudado daquela serpente e voltava a me arrastar para todo o lado, como sempre fez (cantina, lavatório, biblioteca), e de conversa de novo.

Agora parem para pensar: e se eu não fizesse o que fiz e recorresse a alguma droga? Não só essas que estamos acostumados a ouvir quando se trata de crimes e tráfegos. Remédios de casa mesmo. O que acham?

Por mim, penso que sequer estaria escrevendo isso aqui hoje. Certamente recebendo flores em um outro lugar, debaixo de uma lápide com meu nome.

Sou forçada a admitir que o que escrevi agora foi de estremecer. Mas é a verdade. Um beco sem saída para qualquer ser vivo.

Agora, as únicas coisas que tenho a dizer são as seguintes: Se for, ou está sendo, vítima de falsidade, escolha seu refúgio com sabedoria. Afinal, pior que o ferimento, é a faca que o piora.