quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pesadelo
As vozes sobem à minha cabeça
No meio da magrugada
Só para me avisar
Você realmente nos ouve em sua cabeça
E o que dissemos é verdade
Que você precisa mudar
Mudar, ouça!
Mas eu não quero, retruco
Mas não importa, me dizem
Não não importamos sobre que você acha
Porque ainda se ama?
Você realmente nos ouve em sua cabeça
E o que dissemos é verdade
Que você precisa mudar
Mudar, ouça!
Porque é real esse pesadelo
E mesmo ao despertar
Você estará pertubada
Não tente fugir de nós
Pois não irá funcionar!
São reais as vozes em sua cabeça,
Não tente escapar!
Vamos, desista!
Não queremos saber,
Vamos, desista!
Você precisa mudar!
Precisa!
Você realmente nos ouve em sua cabeça
E o que dissemos é verdade
Que você precisa mudar
Mudar, ouça!
Quer ter amigos e atenção?
Mude!
Faça o que nós mandamos,
Mude!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Identifiquem-se!
- Tenho a capacidade de ser áspera e firme, mas também posso ser doce e coração-de-manteiga;
- Até agora, consegui guardar rancor cerdadeiro e duradouro de um único ser humano;
- Gosto das pessoas por suas características psicológicas e não físicas;
- Queria ter amizade com a minha sala inteira;
- Odeio seguir modas, tendências e etc.;
- Não suporto cópias;
- Odeiam que me acusem de algo que não fiz/pensei/faria/diria/pensaria;
- Ao contrário da maioria dos adolcentes, não quero nenhum relacionamento amoroso, seja ficar, namorar ou qualquer outra coisa;
- Ora estou impassível, ora sensível;
- Sou muito frágil a respeito de família e amizade;
- Sou viciada em música;
- Guardo montes de coisas para mim, faço o choro morrer, faço vozes e gritos sufocarem e espremo tudo isto dentro de meu peito junto com as demais emoções que acorrento forte;
- Quase morri recentemente por não conseguir respirar, graças otópico anteiror, no meio da minha aula favorita: Português... Sem exagero nenhum, me senti a alguns fios de apagar.
- Contei isso para uma única pessoa e agora aqui. Já é um avanço de minha parte.
sábado, 27 de março de 2010
Basta de fantasia
Não me venha com a ideia
De um mundo perfeito
Completamente fantasiado
Que sabemos que jamais se tornará real
Não me venha com Alice no País das Maravilhas,
Para Sempre Cinderela ou com Branca de Neve
Não quero devaneios, não quero ilusões
Fiquem longe de mim!
Longe de mim com suas mentiras,
Com suas ideias loucas e príncipes encantados
Cansei de sonhos doces demais
Venha-me com algo que possa se tornar real!
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Desabafo,
Enxe-Linguiça
quarta-feira, 24 de março de 2010
Infeliz dejá vu
Eu queria só ser sua amiga...
Mas, comigo, você só briga...
E veja bem, não consigo guardar rancor...
Mas eu não gosto de sofrer...
Tentei acabar com a amizade...
Mas não obtive sucesso...
E tudo só se repete...
terça-feira, 9 de março de 2010
Razao da ausencia de uma Sunshine...
Há pouco tempo achava-me no mais profundo buraco. Morrendo de ciúmes de uma pessoa a qual, desde que conhecera, dera valor. Ah, mas que raiva dava ao ver aqueles que falavam mal, elogiando-a cheios da inocência. Que raiva dava quando percebia que ficávamos mais distantes. Ah, que raiva de mim, por não conseguir fitar esta pessoa nos olhos por mais de três segundos!
Foi estranho como um feriado pôde melhorar tudo. Não. Que feriado o quê! Foi a oração. Pedi uma oportunidade e Ele me deu. :) Foi um grande dia hoje. Só por reparar a minha amizade, valeu por centenas de medalhas ou notas dez em provas. Ai, ai...
Inicio de uma postagem que deveria ter postado ontem. Nao preciso dizer mais nada, porque, com dois simples paragrafos, disse tudo o que deveria. Alias, acrescentaria uma unica coisa: que isso venha a durar por muitissimo tempo...
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Muito provavelmente, os senhores leitores notaram uma pequena mudança de lugar em alguns dos GagGets aqui do blog. Pois é, tentei dar uma repaginada, por conta da opinião de alguns. Disseram que fundo escuro e letra clara era cansativo de se ler. Honestamente, pode ser verdade sim. No entando, ainda assim, resolvi tentar mudar. Resultado: fracasso.
Todos os templates que me atraem, são escuros com letras claras. Em geral com o preto em cor dominante. Tentei inclusive colocar um com as cores invertidas. Entendem, fundo branco e letra preta. Não preciso nem dizer o que deu.
Mais uma vez entrei na conclusão em que sempre chego neste tipo de ocasião, mas que esqueço em determinados casos: não ouvir demais os outros.
A voz do povo é a voz da razão.
Talvez.
Como descobri quando estão certos? Simples.
Se entrar no assunto de álcool, drogas e coisas do gênero... HUNF! Dane-se os outros.
Se estiver em dúvida, busque um conselho e para coisas pequenas, como o template de um blog, pode arriscar fazer por vontade própria. Ainda assim, atento(a). No final, decida o que for melhor para você. É claro que, à excessão do caso acima, que é coisa do mal na certa, sempre vale considerar a opinião de uma pessoa de confiança.
Afinal, deve-se ter auto-estima, não arrogância...
...Certo?
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Lições de vida
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Entre livros e bonecas
Adoro livros. Recentemente passei a adorar bonecas.
Desde pequena me interessei por livros. Desde que assisti Rozen Maiden passei a me interessar por bonecas.
Desde pequena pensava em livros. Hoje, penso neles... e em bonecas.
Obsessão? Não... digamos que, apenas, a compensação de uma infância, talvez vendo agora, vivida incompleta.
Sempre vi a fase em questão como satisfeita. Porem, essa atração por porcelana bem moldada, pintada e vestida requintadamente, põe a prova a questão sobre uma pitada de algo gostoso, perdido na hora em que deveria ser jogado sobre minha pessoa. Vendo agora, parece que resolveram temperar-me com ele agora. Continuo lendo, sim, continuo. Tanto que comprei um hoje e parei no capitulo cinco a um tempinho atrás. Na companhia da minha mais nova boneca. Matilda. Foi minha mãe que a nomeou. Boneca alemã que já foi dela e que deu-me de presente.
Vi pessoas adultas que gostam demais de bonecas também, no entanto, quem me garante que não tiveram uma fase vital perdida?
Agora, o que martela minha cabeça:
Seria este amor por bonecas (de época, de coleção, detalhe) uma maneira de recompor uma parte da infância que perdi, e sequer percebi?
Ou será apenas a influencia de um programa de T. V.?
E mais: vale a pena me preocupar com isto? Devo forçar esse desejo a me abandonar, vivendo minha vida de treze anos, ou deixá-lo presente ate passar naturalmente?
Minha mãe disse-me ontem a noite que era melhor agora do que mais tarde.
O corpo docente de meu colégio disse que já temos capacidade de pensar como adultos.
O que faço agora? Quero brinquedos, quero livros. Estou equilibrada na balança da idade e mentalidade? Sinceramente, creio que sim. Mas o que vocês acham? E' verdade afinal, ou uma fantasia, devaneio que, ao desmanchar-se, revelara' uma realidade pavorosa?
Desde pequena me interessei por livros. Desde que assisti Rozen Maiden passei a me interessar por bonecas.
Desde pequena pensava em livros. Hoje, penso neles... e em bonecas.
Obsessão? Não... digamos que, apenas, a compensação de uma infância, talvez vendo agora, vivida incompleta.
Sempre vi a fase em questão como satisfeita. Porem, essa atração por porcelana bem moldada, pintada e vestida requintadamente, põe a prova a questão sobre uma pitada de algo gostoso, perdido na hora em que deveria ser jogado sobre minha pessoa. Vendo agora, parece que resolveram temperar-me com ele agora. Continuo lendo, sim, continuo. Tanto que comprei um hoje e parei no capitulo cinco a um tempinho atrás. Na companhia da minha mais nova boneca. Matilda. Foi minha mãe que a nomeou. Boneca alemã que já foi dela e que deu-me de presente.
Vi pessoas adultas que gostam demais de bonecas também, no entanto, quem me garante que não tiveram uma fase vital perdida?
Agora, o que martela minha cabeça:
Seria este amor por bonecas (de época, de coleção, detalhe) uma maneira de recompor uma parte da infância que perdi, e sequer percebi?
Ou será apenas a influencia de um programa de T. V.?
E mais: vale a pena me preocupar com isto? Devo forçar esse desejo a me abandonar, vivendo minha vida de treze anos, ou deixá-lo presente ate passar naturalmente?
Minha mãe disse-me ontem a noite que era melhor agora do que mais tarde.
O corpo docente de meu colégio disse que já temos capacidade de pensar como adultos.
O que faço agora? Quero brinquedos, quero livros. Estou equilibrada na balança da idade e mentalidade? Sinceramente, creio que sim. Mas o que vocês acham? E' verdade afinal, ou uma fantasia, devaneio que, ao desmanchar-se, revelara' uma realidade pavorosa?
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Esse é para quem gosta de...
Anime
Rozen Maiden (em japonês:ローゼンメイデン, Rozen Meiden?) É uma série de mangá criada pelo grupo PEACH-PIT (também autoras de DearS). Começou a ser serializado em Setembro de 2002 na revista mensal Comic Birz, e atualmente é publicado na revista Young Jump Semanal. Recebeu uma adaptação para anime de 12 episódios pelo estúdio Nomad, exibidos de Outubro a Dezembro de 2004; uma sequência, Rozen Maiden ~ ~ Träumend, de 12 episódios, exibidos de Outubro de 2005 um prólogo um Janeiro de 2006, e, Rozen Maiden Ouvertüre , de 2 episódios, exibidos em Dezembro de 2006.
Rozen Maiden conta a história de um garoto hikikomori, Sakurada Jun, que encontra uma misteriosa coleção de bonecas com vida.
No "Ranking dos 100 melhores Animes", votado em 2006 pela TV Asahi, Rozen Maiden atingiu uma nona posição.
Desde Março de 2007, Rozen Maiden parou de ser publicado na Comic Birz. Alguns acreditam que o motivo disso seja por que houve um desentendimento entre o grupo Peach-Pit, e departamento editorial da revista Comic Birz.
---
Palavra da blogueira: Quando eu assiti o anime, adorei! Amei, para dizer a verdade. Tanto que fiquei apaixonada pela Suigintou (foi graças a ela que descobri o Rozen Maiden) Quem é Suigintou? Ah, digam a verdade... Acham mesmo que irei contar? Só assistindo mesmo!
A série não tem áudio nem legenda em português, mas tem subs disponíveis, italiano e espanhol.
Bom entreterimento! Espero que gostem da mimha dica! ;D
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Esse é pra quem gosta de...,
Rapidinho
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
I don't wanna a romance
Ao contrário da maioria dos adolescentes, não sonho com o primeiro beijo. Não quero o primeiro buquê ou caixas de chocolate em coração. Não espero a declaração de amor verdadeiro, tampouco desejo tê-lo. Não quer ter o coração explodindo dentro de mim, tampouco devaneios. Dispenso. Não quero alguém do meu lado, ao menos não em forma de namorado, ficante ou seja lá o que mais. Resumindo:
Não quero nenhum relacionamento amoroso.
Tornar-me dependente de alguém, da descoberta do princípe encantado. Sofrer por falta de abraço ou uma discussão, por vezes nem tão grave. E daí que tem seus pontos positivos? Seja lá qual forem eles, não quero saber. Juntamente, cada coisa boa traz o dobro de problemas.
Se dois apaixonados ficam longe por muito tempo, ao menos um chora. Se rompem, ao menos um entra em choque e sofrem mais tarde. E principalmente se o(a) infeliz é galinha, ao menos um sofre porque pegou quem pensava que o amava com outro(a).
A única pessoa da qual devemos depender, na minha humilde opinião, é Deus e ponto final!
Vários podem prorromper em protestos por conta de minhas palavras, porém apenas saibam que,não sei o que fazer caso o verdadeiro amor chegar.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
You have my atencion (?)
Há algum tempo, gostava muito de uma pessoa. Não como "Oh, meu amor!", mas como amiga, sabem? Mas, quero dizer... em uma amizade não-correspondida. Pode acreditar? Amizade não-correspondida? Só eu para inventar algo assim... (Será?)
Enfim, tentei conquistar esta pessoa. Cativar, sabe? Afinal, ora essa, parecia que só percebia-me como mais uma. Só mais uma que apareceu no Colégio, na sala do 8º ano. Como sou muito teimosa (inclusive comigo mesma), tentei fazer coisa ou outra para conseguir mais uma amizade. No começo, achava que estava sendo em vão. Aos pouquinhos fui percebendo que estava conseguindo. Mais tarde, pensei que já estava "enchendo o saco"!, vamos assim dizer. Então comeceia a amenizar um pouco a barra.
Próximo ao fim do ano, a coisa já estava melhorzinha, só que ainda dava alguns burros escorregões (Tapada que eu sou!). Este ano, viva! Ela está sorrindo mais, conversamos mais, com naturalidade... É como se já nos conhecessemos há bastante tempo e nos vissemos todos os dias! Gostei demais e o melhor, é que agora sei o que não devo fazer!!
Antes desse fato tão bom - e que me deixa feliz da vida -, cheguei a pensar que estava começando a deixá-la aborrecida e sei lá o que mais. Isso sem contar os momentos de ciúme silencioso que costumava ter, ainda que controlando a partir de certo ponto do ano, antes mesmo das férias de inverno (Brasil). Esses momentos acabavam me deixando cabisbaixa, mas, sabem, teve uma hora que percebi que tudo aquilo era tolice. E foi reconhecendo isto que posso desfrutar dessa vitória.
Foi como uma verdadeira luta, acho. Tive que ter confiança, enfrentar críticas, ter perseverança, foco... Para alguns isso pode muito bem ser exagero, uma besteira de minha parte. Mas, sendo tolice ou não, gostei demais do resultado disso. Afinal, amizade é uma das coisas mais preciosas que existe, se não A mais... Não acham?
Enfim, tentei conquistar esta pessoa. Cativar, sabe? Afinal, ora essa, parecia que só percebia-me como mais uma. Só mais uma que apareceu no Colégio, na sala do 8º ano. Como sou muito teimosa (inclusive comigo mesma), tentei fazer coisa ou outra para conseguir mais uma amizade. No começo, achava que estava sendo em vão. Aos pouquinhos fui percebendo que estava conseguindo. Mais tarde, pensei que já estava "enchendo o saco"!, vamos assim dizer. Então comeceia a amenizar um pouco a barra.
Próximo ao fim do ano, a coisa já estava melhorzinha, só que ainda dava alguns burros escorregões (Tapada que eu sou!). Este ano, viva! Ela está sorrindo mais, conversamos mais, com naturalidade... É como se já nos conhecessemos há bastante tempo e nos vissemos todos os dias! Gostei demais e o melhor, é que agora sei o que não devo fazer!!
Antes desse fato tão bom - e que me deixa feliz da vida -, cheguei a pensar que estava começando a deixá-la aborrecida e sei lá o que mais. Isso sem contar os momentos de ciúme silencioso que costumava ter, ainda que controlando a partir de certo ponto do ano, antes mesmo das férias de inverno (Brasil). Esses momentos acabavam me deixando cabisbaixa, mas, sabem, teve uma hora que percebi que tudo aquilo era tolice. E foi reconhecendo isto que posso desfrutar dessa vitória.
Foi como uma verdadeira luta, acho. Tive que ter confiança, enfrentar críticas, ter perseverança, foco... Para alguns isso pode muito bem ser exagero, uma besteira de minha parte. Mas, sendo tolice ou não, gostei demais do resultado disso. Afinal, amizade é uma das coisas mais preciosas que existe, se não A mais... Não acham?
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