quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Paris -- por ~ºJhuli's º~
Dizem que havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés, e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor ajude-me, sou cego". Um jovem rapaz que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. Pela tarde, o jovem voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali. O jovem respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"Hoje é primavera em Paris, e eu não posso vê-la".
http://by-jotajota.blogspot.com/2010/02/paris.html
sábado, 13 de novembro de 2010
Amor de professor/aluno (?)
Estou doente. Acho que é refriado (digo isso por sempre confundir com gripe). Almocei não faz muito tempo e agora pareço exausta. Do mesmo jeito, quero escrever um pouco para vocês.
Muitas vezes nos confundimos entre o certo e o errado. Hoje, na série de programas da emissora brasileira de televisão (Cultura) Escola 2.0, vi no episódio entre os demais assuntos, a falta de respeito com o professor. Honestamente detesto isso. Mas não de só querer dar um chacoalha em quem faz isso; também me sinto muito mal pelos meus professores. Cada uma que eles tem que aguentar, coitados!
Fico me perguntando por que alguns estudantes fazem isso. Alguns, imagino, devem pensar que por não ser o pai ou a mãe que está falando com eles, não têm que obedecer. Outros devem achar que o professor está de perseguição, mas não param para pensar bem nas próprias atitudes. Também há quem se acha o super bom, sendo capaz de desrespeitar não só o professor, como também os próprios pais! Por fim, tem um grupinho que realmente acha que está fazendo o certo, se "defendendo".
É bem chato ver como os jovens da atualidade não passam de crianças mimadas e mal educadas.
Recentemente criaram a lei que proibe a surra como castigo. Certamente sou contra o exagero desse recurso, mas uma cintada de vez enquando é a única forma para ensinar quem não quer ouvir. É como dizem: "Vai por bem ou por mau!". Os pais não podem ser liberais, assim como não podem criar uma ditadura privada. A questão é impôr limites na medida certa. E é justamente aí que o "bicho pega".
Tanta preocupação em educar as crianças... mas e educar os pais?! Quero dizer, uma parcela deles foram e ainda são crianças grosseiras que querem tudo do jeito delas. Desse jeito vai ensinar como os filhos?
Gostaria de deixar cada um refletindo sobre isso um pouquinho. Minha esperança é que, com isso, nossa nação seja admirada pelos bons relacionamentos pais-filhos e professores-alunos.
Muitas vezes nos confundimos entre o certo e o errado. Hoje, na série de programas da emissora brasileira de televisão (Cultura) Escola 2.0, vi no episódio entre os demais assuntos, a falta de respeito com o professor. Honestamente detesto isso. Mas não de só querer dar um chacoalha em quem faz isso; também me sinto muito mal pelos meus professores. Cada uma que eles tem que aguentar, coitados!
Fico me perguntando por que alguns estudantes fazem isso. Alguns, imagino, devem pensar que por não ser o pai ou a mãe que está falando com eles, não têm que obedecer. Outros devem achar que o professor está de perseguição, mas não param para pensar bem nas próprias atitudes. Também há quem se acha o super bom, sendo capaz de desrespeitar não só o professor, como também os próprios pais! Por fim, tem um grupinho que realmente acha que está fazendo o certo, se "defendendo".
É bem chato ver como os jovens da atualidade não passam de crianças mimadas e mal educadas.
Recentemente criaram a lei que proibe a surra como castigo. Certamente sou contra o exagero desse recurso, mas uma cintada de vez enquando é a única forma para ensinar quem não quer ouvir. É como dizem: "Vai por bem ou por mau!". Os pais não podem ser liberais, assim como não podem criar uma ditadura privada. A questão é impôr limites na medida certa. E é justamente aí que o "bicho pega".
Tanta preocupação em educar as crianças... mas e educar os pais?! Quero dizer, uma parcela deles foram e ainda são crianças grosseiras que querem tudo do jeito delas. Desse jeito vai ensinar como os filhos?
Gostaria de deixar cada um refletindo sobre isso um pouquinho. Minha esperança é que, com isso, nossa nação seja admirada pelos bons relacionamentos pais-filhos e professores-alunos.
Sunshine quer, mais do que nunca, que nenhum professor saia ferido de uma escola de novo.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Sonhos Confusos - o Blog Becca
Raphaella Rebecca (ou Becca) arriscou-se novamente e voltou ao mundo blogueiro! Sua página atual é titulada como "Sonhos Confusos" - o que explica muita coisa; haha! - e que me atraiu logo na fachada. Fala sobre moda, comportamento, música, internet, vida pessoal... Tudo que uma garota (
Becca é um grande amiga minha. Posso dizer que ela é animada, gente boa, engraçada, de bem com a vida e companheira. Em frente com esse blog, amiga!! o// E povo, avante para não deixar essa guria parar, que a página é das boas! (Lulu que se cuide XDD)
Para acessar, é só clicar aqui:
http://meussonhosconfusos.blogspot.com/
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Desabafo idiota
Admito que, vendo os blogs das minhas amigas, além do jeito delas e de quem amo, chego a me sentir um resto. Um mero "mais um" na multidão de comuns e/ou fracassados. E eu não gosto de ser comum, nem um pouco. Sinto-me desvalorizada, acabada, arrasada, tristonha... em pontos extremos um lixo. Penso que eu deveria ser mais colorida, ter mais criatividade, ter mais assunto bom, não ter falada enrolada dos ruim, ser bem, mas bem melhor do que eu sou agora. Uma garota simpática, bonita e inteligente - tais como algumas que eu conheço. Fico chateada por ter ombros largos demais, pernas finas/tortas e ser magricela, além de ter cravos e sardas na cara (sem mencionar o excesso de pintas marrons claras no braço esquerdo). Que eu deveria participar da aula direito, não decepcionar meu professor de Educação Física por ser um fracasso em todos os esportes que ele passa, tocar violão super melhor, não tremer em frente ao público (mesmo que de duas ou três pessoas), ser habilidosa em mais coisas e ter um gosto melhor para roupas sem ser vaidosa demais. Não sou nada. Não passo de uma menina que finge ser feliz e contente, mas que não passa de uma menininha sedenta por amor e carinho das pessoas que ela mais ama.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Who are you?
Idade: 14 anos.
País: Brasil S2
Características físicas: Alta, magra, branca, com cabelos curtos (sim, eu cortei) e castanhos, tais como os olhos grandes. Boca rosada, bochechas com sardas e aparelho com elástico verde-água que tiro no final deste ano (2010).Características psicológicas: Extremamente instável e ligeiramente perturbada.
O que gosta: Deus, família, amigos, música, doces, violão, violino, guitarra, escrever, desenhar, Português, Geografia, dia ensolarado, chá de camomila, meu edredom, livros, computador, livros narrativos, amor.O que não gosta: Dias nublados, funk, pagode, hip hop, Ciências, decotes enormes, desenhos com mensagens idiotas e/ou nojentas, violência, me sentir sobrando, passar vergonha na frente de um monte de gente, magoar quem eu amo, decepcionar, alguém grudar em mim feito chiclete, alguém me obrigar a seguí-lo quando não quero.
domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Escrever e filosofar
Sempre admirei um livro bem escrito - especialmente os narrativos. Tanto que admirei, acabou surgindo a ideia de escrever livros. Tentara persistentemente por anos, ainda que não um após o outro. Até quando minha palavras se resumiam a ondinhas, desperdiçara vários sulfites com o propósito de criar algo espontâneo, diferente e que satisfizesse meus conhecidos. Insistia para que meus pais lessem e eles, fingindo entenderem o que viam, sorriam e comentavam sobre a maravilhosa qualidade de meus dizeres. Lógico que saía pela casa com um grande e luminoso sorriso, caminhando de modo muito serelepe.
Hoje, como consequência do avanço de minha idade - ainda que de somente nove anos -, sou mais crítica ao se tratar de escrita. Não faz tempo, aliás, que tentei novamente criar livros quase com os mesmos alvos de antigamente. Veio-me um fracasso... veio-me um outro... depois do que considerei muitos, desisti por um tempo. Recentemente deparei-me com este caso tão polêmico outra vez. Hoje, arrependo-me por um dia ter parado de descrever ideias.
Agora vejo o mundo como um conjunto de palavras que eu mesma reduzi. Limitadas, chulas, algumas aparentemente esquecidas.
Deprimente.
Busco ler, procurar e encontrar meu antigo linguajar, no entanto nada adianta. Não sei o porque disto. Antes que eu possa reclamar, porém, uma sensação diferente me invade. Por sua vez ela diz "Tinha que ser assim" e só reaparece quando tento arranjar razões para desabafos constantes e que antes eram a razão deste texto. Talvez, filosofo, seja por um bem-querer maior ou por neste processo de reaprender, eu poderei absorver melhores conteúdos. E o que é melhor: sem a exigência imódica e a pressão igualmente desproporcional que era auto-aplicada.
Ainda tenho um pouco disto, admito, principalmente com prazos impostos ou a espera de outros. Textos avulsos, feitos sem pensar direito são quase sempre os melhores dos diversificados produtos da minha mente jovem e ansiosa, imersa em expectativas. Novos incentivos, novos desejos, novas decisões, mas com os mesmo fins de uma menina de cabelo curto: agradar. À todos? Tolice. Bobagem que deveria ter admitido impossível há anos. Digo agradar no sentido de dar o melhor possível, analisar meticulosamente quando puder e perceber que meu trabalho foi, por ora, realizado de maneira satisfatoria.
O resto? Admiração, elogios, fama talvez? Ha! Consequências... Meras consequências... O que me interessa é escrever com vontade, amor e capricho, pouco a pouco.
Hoje, como consequência do avanço de minha idade - ainda que de somente nove anos -, sou mais crítica ao se tratar de escrita. Não faz tempo, aliás, que tentei novamente criar livros quase com os mesmos alvos de antigamente. Veio-me um fracasso... veio-me um outro... depois do que considerei muitos, desisti por um tempo. Recentemente deparei-me com este caso tão polêmico outra vez. Hoje, arrependo-me por um dia ter parado de descrever ideias.
Agora vejo o mundo como um conjunto de palavras que eu mesma reduzi. Limitadas, chulas, algumas aparentemente esquecidas.
Deprimente.
Busco ler, procurar e encontrar meu antigo linguajar, no entanto nada adianta. Não sei o porque disto. Antes que eu possa reclamar, porém, uma sensação diferente me invade. Por sua vez ela diz "Tinha que ser assim" e só reaparece quando tento arranjar razões para desabafos constantes e que antes eram a razão deste texto. Talvez, filosofo, seja por um bem-querer maior ou por neste processo de reaprender, eu poderei absorver melhores conteúdos. E o que é melhor: sem a exigência imódica e a pressão igualmente desproporcional que era auto-aplicada.
Ainda tenho um pouco disto, admito, principalmente com prazos impostos ou a espera de outros. Textos avulsos, feitos sem pensar direito são quase sempre os melhores dos diversificados produtos da minha mente jovem e ansiosa, imersa em expectativas. Novos incentivos, novos desejos, novas decisões, mas com os mesmo fins de uma menina de cabelo curto: agradar. À todos? Tolice. Bobagem que deveria ter admitido impossível há anos. Digo agradar no sentido de dar o melhor possível, analisar meticulosamente quando puder e perceber que meu trabalho foi, por ora, realizado de maneira satisfatoria.
O resto? Admiração, elogios, fama talvez? Ha! Consequências... Meras consequências... O que me interessa é escrever com vontade, amor e capricho, pouco a pouco.
Sunshine, ansiosa por natureza, pede paciência.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Professor favorito...
... se "ganha" depois de uma conversa, uma situação, uma atitude, uma frase, um "bom dia", um minuto, uma hora, uma semana, um mês, um ano no ma'ximo! Comigo? Bem, foi com um também. Mas com um olhar.
Não importa como aconteceu. Professor preferido e' sempre como o segundo pai (mãe) e por isso alvo de nosso amor quase que igualmente. Pelo menos o suficiente para dizer:
Eu te amo, professor!
Ja' disse isso hoje para o seu?
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