Admito que, vendo os blogs das minhas amigas, além do jeito delas e de quem amo, chego a me sentir um resto. Um mero "mais um" na multidão de comuns e/ou fracassados. E eu não gosto de ser comum, nem um pouco. Sinto-me desvalorizada, acabada, arrasada, tristonha... em pontos extremos um lixo. Penso que eu deveria ser mais colorida, ter mais criatividade, ter mais assunto bom, não ter falada enrolada dos ruim, ser bem, mas bem melhor do que eu sou agora. Uma garota simpática, bonita e inteligente - tais como algumas que eu conheço. Fico chateada por ter ombros largos demais, pernas finas/tortas e ser magricela, além de ter cravos e sardas na cara (sem mencionar o excesso de pintas marrons claras no braço esquerdo). Que eu deveria participar da aula direito, não decepcionar meu professor de Educação Física por ser um fracasso em todos os esportes que ele passa, tocar violão super melhor, não tremer em frente ao público (mesmo que de duas ou três pessoas), ser habilidosa em mais coisas e ter um gosto melhor para roupas sem ser vaidosa demais. Não sou nada. Não passo de uma menina que finge ser feliz e contente, mas que não passa de uma menininha sedenta por amor e carinho das pessoas que ela mais ama.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Who are you?
Idade: 14 anos.
País: Brasil S2
Características físicas: Alta, magra, branca, com cabelos curtos (sim, eu cortei) e castanhos, tais como os olhos grandes. Boca rosada, bochechas com sardas e aparelho com elástico verde-água que tiro no final deste ano (2010).Características psicológicas: Extremamente instável e ligeiramente perturbada.
O que gosta: Deus, família, amigos, música, doces, violão, violino, guitarra, escrever, desenhar, Português, Geografia, dia ensolarado, chá de camomila, meu edredom, livros, computador, livros narrativos, amor.O que não gosta: Dias nublados, funk, pagode, hip hop, Ciências, decotes enormes, desenhos com mensagens idiotas e/ou nojentas, violência, me sentir sobrando, passar vergonha na frente de um monte de gente, magoar quem eu amo, decepcionar, alguém grudar em mim feito chiclete, alguém me obrigar a seguí-lo quando não quero.
domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Escrever e filosofar
Sempre admirei um livro bem escrito - especialmente os narrativos. Tanto que admirei, acabou surgindo a ideia de escrever livros. Tentara persistentemente por anos, ainda que não um após o outro. Até quando minha palavras se resumiam a ondinhas, desperdiçara vários sulfites com o propósito de criar algo espontâneo, diferente e que satisfizesse meus conhecidos. Insistia para que meus pais lessem e eles, fingindo entenderem o que viam, sorriam e comentavam sobre a maravilhosa qualidade de meus dizeres. Lógico que saía pela casa com um grande e luminoso sorriso, caminhando de modo muito serelepe.
Hoje, como consequência do avanço de minha idade - ainda que de somente nove anos -, sou mais crítica ao se tratar de escrita. Não faz tempo, aliás, que tentei novamente criar livros quase com os mesmos alvos de antigamente. Veio-me um fracasso... veio-me um outro... depois do que considerei muitos, desisti por um tempo. Recentemente deparei-me com este caso tão polêmico outra vez. Hoje, arrependo-me por um dia ter parado de descrever ideias.
Agora vejo o mundo como um conjunto de palavras que eu mesma reduzi. Limitadas, chulas, algumas aparentemente esquecidas.
Deprimente.
Busco ler, procurar e encontrar meu antigo linguajar, no entanto nada adianta. Não sei o porque disto. Antes que eu possa reclamar, porém, uma sensação diferente me invade. Por sua vez ela diz "Tinha que ser assim" e só reaparece quando tento arranjar razões para desabafos constantes e que antes eram a razão deste texto. Talvez, filosofo, seja por um bem-querer maior ou por neste processo de reaprender, eu poderei absorver melhores conteúdos. E o que é melhor: sem a exigência imódica e a pressão igualmente desproporcional que era auto-aplicada.
Ainda tenho um pouco disto, admito, principalmente com prazos impostos ou a espera de outros. Textos avulsos, feitos sem pensar direito são quase sempre os melhores dos diversificados produtos da minha mente jovem e ansiosa, imersa em expectativas. Novos incentivos, novos desejos, novas decisões, mas com os mesmo fins de uma menina de cabelo curto: agradar. À todos? Tolice. Bobagem que deveria ter admitido impossível há anos. Digo agradar no sentido de dar o melhor possível, analisar meticulosamente quando puder e perceber que meu trabalho foi, por ora, realizado de maneira satisfatoria.
O resto? Admiração, elogios, fama talvez? Ha! Consequências... Meras consequências... O que me interessa é escrever com vontade, amor e capricho, pouco a pouco.
Hoje, como consequência do avanço de minha idade - ainda que de somente nove anos -, sou mais crítica ao se tratar de escrita. Não faz tempo, aliás, que tentei novamente criar livros quase com os mesmos alvos de antigamente. Veio-me um fracasso... veio-me um outro... depois do que considerei muitos, desisti por um tempo. Recentemente deparei-me com este caso tão polêmico outra vez. Hoje, arrependo-me por um dia ter parado de descrever ideias.
Agora vejo o mundo como um conjunto de palavras que eu mesma reduzi. Limitadas, chulas, algumas aparentemente esquecidas.
Deprimente.
Busco ler, procurar e encontrar meu antigo linguajar, no entanto nada adianta. Não sei o porque disto. Antes que eu possa reclamar, porém, uma sensação diferente me invade. Por sua vez ela diz "Tinha que ser assim" e só reaparece quando tento arranjar razões para desabafos constantes e que antes eram a razão deste texto. Talvez, filosofo, seja por um bem-querer maior ou por neste processo de reaprender, eu poderei absorver melhores conteúdos. E o que é melhor: sem a exigência imódica e a pressão igualmente desproporcional que era auto-aplicada.
Ainda tenho um pouco disto, admito, principalmente com prazos impostos ou a espera de outros. Textos avulsos, feitos sem pensar direito são quase sempre os melhores dos diversificados produtos da minha mente jovem e ansiosa, imersa em expectativas. Novos incentivos, novos desejos, novas decisões, mas com os mesmo fins de uma menina de cabelo curto: agradar. À todos? Tolice. Bobagem que deveria ter admitido impossível há anos. Digo agradar no sentido de dar o melhor possível, analisar meticulosamente quando puder e perceber que meu trabalho foi, por ora, realizado de maneira satisfatoria.
O resto? Admiração, elogios, fama talvez? Ha! Consequências... Meras consequências... O que me interessa é escrever com vontade, amor e capricho, pouco a pouco.
Sunshine, ansiosa por natureza, pede paciência.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Professor favorito...
... se "ganha" depois de uma conversa, uma situação, uma atitude, uma frase, um "bom dia", um minuto, uma hora, uma semana, um mês, um ano no ma'ximo! Comigo? Bem, foi com um também. Mas com um olhar.
Não importa como aconteceu. Professor preferido e' sempre como o segundo pai (mãe) e por isso alvo de nosso amor quase que igualmente. Pelo menos o suficiente para dizer:
Eu te amo, professor!
Ja' disse isso hoje para o seu?
terça-feira, 5 de outubro de 2010
I don't wanna be in love
Tolo, cale-se. Pare de dizer a todos o que acontece debaixo da camada dura que lhe envolve. Pare de revelar seu interior mole. Pare de falar sobre seu verdadeiro eu. Sufoque isso. Quero e irei te reprimir. Acabe, vamos, acabe logo com isso! Basta de problemas! Volte a ser pedra!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
(Des)amizades
Ninguém é perfeito e os nossos amigos também não escapam disso. Ter uma discussão ou duas com o(a) melhor amigo(a), por exemplo, é algo que cedo ou tarde chega. Nessa hora somos capazes de dizer e pensar coisas horríveis sobre eles, rasgar sua foto, picotar um de seus bilhetinhos passados em aula, etc.. Não importa se a causa da briga foi algo aparentemente pequeno - como uma borracha, um chaverinho, uma presilha - ou grande - uma palavra mal colocada, um segredo que escapou, uma fofoca feita sem perceber. Esse momento chega e ponto final .
O que varia e é crucial para esse tipo de situação é o fim que isto toma.
Final 1: Uma pessoa não perdoa a outra e viram inimigas pelo resto da vida.
Final 2: Uma pessoa tenta reparar a amizade, tanto faz se do lado culpado quanto do lado vítima, mas a outra não quer mais saber dela e começa a desprezá-la totalmente, fazendo a outra sofrer amargamente.
Final 3: A parte culpada reconhece que errou, volta atrás e obtem perdão. O único problema é que a parte vítima faz questão de lembrar do acontecimento e a outra se sente incomodada, gerando uma outra briga.
Final 4: A parte culpada reconhece que errou, volta atrás, obtem perdão e volta a ser amiga da parte vítima, não importa o quanto a adaptação demore.
Isso dá o que pensar, não? Quero dizer, sabemos que ninguém é perfeito, mas acabamos esquecendo que nós também somos imperfeitos!
Se estiver passando por esta situação ou por outra parecida, pare e fale um pouco com os seus botões. E se estiver exagerando? E se quem está errado for você? A outra pessoa pediu perdão e você não aceitou? Por quê?
Reflita mais sobre você do que sobre ela. Veja direito quem é o mocinho e o vilão e se suas atitudes e motivos são coerentes. Perder um bom amigo é muito pior do que perder um lápis, um apontador, uma borracha ou outra coisa qualquer. E se o mau amigo for você?
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Por todo o tempo - Introdução
Como o próprio título sugere, a introdução de "Por todo o tempo" foi publicada com sucesso. Foi só para sentirem um gostinho leve da história em si, hm? Espero que leiam não só isso, mas o restante da história, dando suas críticas, sugestões e elogios! Afinal, uma autoramirim precisa da motivação de amigos e conhecidos. ;D
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Antes que alguém reclame, não, não irei girar o blog somente na minha história. Tenhamainda mais paciência, sim? ^^"
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Antes que alguém reclame, não, não irei girar o blog somente na minha história. Tenham
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sábado, 18 de setembro de 2010
Avisos no "Por todo o tempo" (!)
Sabrina Sunshine
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Blog novo/Longhistory: Por todo o tempo
![]() |
| Foto original: Deviantart.com |
Simone é jornalista e cumpria seu ofício no Reino Unido. Escrevendo a última de uma sequência de matérias sobre os castelos da região, acaba no castelo de Carlyle. Nele, depara-se com a curiosa e incômoda figura de Phillip, um homem gentil, mas muito misterioso. Por um grave ocorrido, os dois ficam presos no castelo e Simone é obrigada a conviver com o novo conhecido por alguns dias, descobrindo na pele que aquela nova fase de descobertas ia além do previsto.
Uma história de amor ligeiramente curiosa e completamente excitante.
Acesse: http://www.portodootempo.blogspot.com/ e aguarde o primeiro capítulo. ;)
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